segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Quanto custa um site?

Qual o preço da criação de um site? Confira uma tabela de valores e saiba quanto custa um site, em média, em uma agência profissional especializada.

Quando eu me apresento como web designer, a pergunta que mais ouço é: Qual é o preço de um site? A resposta correta é “depende”, já que nenhum site é igual ao outro. Tudo deve ser estudado e orçado com precisão, conforme eu detalhei no post Quanto custa um layout para blog? (recomendo a leitura do mesmo para uma resposta mais precisa para a pergunta “Quanto custa um site?“).

Ok, mas todos nós precisamos de uma média de preços, afinal.

A Associação Paulista das Agências Digitais (APADi) associação essa que busca organizar o mercado deveras bagunçado que é o de serviços digitais (afinal, quem quer a prestação de um serviço raramente sabe qual seria o valor aproximado do mesmo, e sempre acaba achando muito caro justamente por não ter muita noção de como o trabalho é feito – e é aí que entram os “sobrinhos”, que cobram a preço de banana serviços duvidosos mas que “servem”, já que o cliente não tem conhecimentos sobre conceito, padrões web e tudo mais que um profissional tem a oferecer para um serviço de maior qualidade visando gerar melhores resultados para o contratante), criou uma tabela de preços envolvendo diversos tipos de serviços digitais: O Manual de Serviços Digitais.

bananas 
E aí? Vai ser barato? 
Antes de prosseguir com as tabelas relevantes para este post e dar minha opinião sobre as mesmas, gostaria de fazer um adendo: Não é porque esses valores são uma média mínima e justa para o serviço prestado por uma agência especializada e competente que eles são uma regra. Eu mesmo nunca cheguei nem perto desses valores, justamente porque não sou uma agência (ou seja, não tenho tamanha estrutura). É como eu disse: É impossível estabelecer uma média, pois nenhum site é igual ao outro. Alguns são simples, outros são extremamente simples, outros bem complexos e por aí vai. Minha intenção aqui é apenas divulgar os valores estabelecidos pela APADi e comentar sobre os mesmos, não evangelizar a todos para que comecemos a cobrar/aceitar estes preços.

Se você quer saber quanto, de fato, custa um site, peça um orçamento. Não só para mim, mas para quem mais você conhecer, seja um profissional free lancer ou agência. Você tem o direito de achar o melhor preço, mas não se esqueça de perguntar o que exatamente será feito. Preze pela qualidade, é ela quem vai fazer você recuperar seu dinheiro investido e te dar a impressão de que realmente valeu a pena.

Preço de um site segundo tabela da APADi

quanto custa um site 
Tabela da APADi: Site

Achou caro? Bom, se eu disser que acho barato estaria mentindo. Não concordo e nem discordo, simplesmente vejo esse preço como uma base para as agências usarem como referência e se planejarem melhor. Não é e nem deve ser uma regra, pois é fato que existem sites muito mais baratos e existem sites mais caros.

Confiram outras tabelas:

quanto custa um hotsite 
Tabela da APADi: Hotsite

 quanto custa seo
 Tabela da APADi: SEO

 Não dá pra fazer mais barato?

Repito: Essa tabela não é e nem deve ser uma regra; existem sites muito mais baratos e existem sites mais caros. Mas também existem os profissionais competentes e os incompetentes. Sei que estou sendo repetitivo, mas é que essa tabela gera uma polêmica enorme.

Se o seu site é MUITO simples, dificilmente ele passaria dos 4 dígitos (mil reais para cima) na mão de um profissional free lancer. Na mão de uma agência, sim, poderia passar, pois uma agência conta com uma estrutura muito maior, então o preço é bem superior ao de um profissional solo como eu. Acima de tudo, o bom senso precisa ser aplicado.
O que eu preciso ter em mente para saber se estou pagando um preço justo?

Simples, e serve tanto para agências quanto para profissionais free lancers:
 
  • Trabalhos anteriores. O portfolio é bom? Os sites apresentados tem uma navegação boa?
 
  • Conceito. Você vê ideias legais nos trabalhos apresentados ou são apenas telas bonitinhas com cores combinando? Saiba que muitas ideias boas são básicas a ponto de não serem tão evidentes, porém boas a ponto de estimular a navegação e até mesmo estimular que o visitante se torne um consumidor. Ouça o seu designer, ele estuda boa parte do dia para fazer o melhor para você.
 
  • Clientes. Alguém te recomendou este free lancer ou esta agência? Algum conhecido tem alguma reclamação ou você já leu/ouviu alguma crítica (positiva ou negativa) sobre o mesmo? Acha que essas opiniões são o bastante para te deixar convencido de pedir um orçamento e quem sabe fechar o projeto?
 
  • Detalhes. Especifique nos mais mínimos detalhes o que você precisa. Quanto mais você detalhar, mais preciso será o orçamento e mais dinâmico será o desenvolvimento do trabalho.
 
  • Você não precisa saber tudo. E nem deve, afinal, há profissionais para isto. Pergunte, pergunte e pergunte. Isso vai gerar confiança.
 
  • O preço não é só para agora. Se você optar pelo menor preço, provavelmente vai faltar alguma coisa em seu site. E se faltar alguma coisa, todos os dias você terá um potencial desperdiçado e concorrentes à frente de você. Resumindo: se você economiza agora, está deixando de ganhar dinheiro.
 
  • O mais caro nem sempre é o melhor. Por isso é importante ter em mente tudo o que eu disse acima e colocar em prática na hora do pedido de orçamento.
 moedas
 O investimento que vai... volta!

Quanto custa um site?

A resposta correta é “depende”. A mais extensa é “depende do que está no briefing, precisamos analizar o que será feito para criarmos um orçamento preciso”. Orçamento é tudo, e o que define um preço não é só a simplicidade ou complexidade de um projeto, mas também a competência e experiência do prestador de serviços ou da agência que o faz. A web é um mercado promissor. Estar nela hoje em dia é obrigatório caso você queira ver seu negócio crescer. Então, seu investimento, se for bem feito, voltará lá na frente e trará junto inúmeras vantagens.

E aí, faltou alguma coisa no post acima? Discordam? Concordam? Sintam-se à vontade!

Quanto custa um site simples? É barato?

Está procurando por ou quer criar um site simples e barato? Veja algumas dicas e saiba se há como saber quanto custa um site profissional.

Recentemente escrevi por aqui um artigo que falava sobre o briefing e sua importância, ressaltando que não importa a simplicidade do projeto (ou seja, não importa se é um “site simples”), o mesmo precisa de um detalhamento – isso porque “simples” é uma palavra muito vaga, e quando você precisa de algo, você tem de ser específico. É o que eu sempre digo, em outras palavras, para quem me pergunta:

“Quanto custa um site simples?”

 




Site simples a um clique: "existe".






Bom, duas coisas são certas: Primeiro que não existe site simples, a não ser que estejamos falando de um tumblr, que você cria com um clique e atualiza sem o menor esforço. Segundo que, se você quer um site simples, muito provavelmente você não precisa de um. A internet tem um potencial IMENSO de gerar novos negócios, então por que fazer algo simples em um meio que pode fazer a sua empresa ser bem mais do que ela já é? É melhor não fazer – se você colocar algo meia boca no ar, além de poder queimar a sua marca, não vai fazer diferença nenhuma.

Sério, se você quer ter um site só por ter, guarde o seu dinheiro. Ou comece a levar seu negócio mais a sério.

Não existe site simples?

xadrez 

Vencer essa partida vai ser como... fazer um site simples! Opa, já perdi?! 

De certa forma, sim, existe site simples: são aqueles sites que já vem prontos e você só precisa de alguns cliques para ter tudo do seu jeito. Mas estamos falando de profissionalismo, então, sendo assim, a resposta é não.

Mesmo que seu site seja completo, porém feito todo em letras pretas em fundo branco, ele não necessariamente é simples. Há a complexidade por trás da parte visual de todo o site, até mesmo nos sites prontos – é a parte que o cliente desconhece, pois ele nunca teve (e, com sorte, nunca terá) contato com a mesma. Não é porque algo aparenta ser simples por fora que por dentro ele também é.

Exemplos? Bom, uma Salsa (sim, a planta) é, de certa forma, complexa. Segundo a wikipedia, ela conta com vitaminas A, B1, B2, C e D, e o sumo da salsa fresca é rico em vitaminas e a sua celulose ajuda o movimento intestinal. Cada 200 gramas de salsa contém 6.000 unidades de vitamina B e 200mg de vitamina C. Por fim, a salsa também tem folhas muito bem detalhadas, mas como se pode ver a complexidade dela está mesmo “por dentro” com todas essas vitaminas e um ótimo gosto, por sinal. Mas qual é a complexidade de se “fazer” uma salsa? Você simplesmente planta as sementes, rega e aduba. É tão simples que eu mesmo tenho um pé de salsa aqui em casa. E nem precisava, já que no mercado aqui perto há várias a venda por um preço minúsculo. Esse pode não ser o exemplo perfeito, mas ilustra bem algo complexo que é muito simples de se fazer ou ter (pelo menos para um humano, né dona natureza?).

Agora, no quesito visual a coisa muda. Já perdi a conta de quantas vezes, em minha profissão de web designer, já ouvi frases do tipo:

"Ah, mas isso é simples, é só um cadastrozinho, por que vai levar tanto tempo e sair tão caro?

Sim, visualmente é só um formulário com campos de nome, e-mail, senha, foto, telefone, cpf, data de nascimento, endereço e botão que pode ser feito em menos de meia hora, mas você sabe como um formulário funciona? Você sabia que, por exemplo, seu site inteiro pode ser invadido facilmente se um simples formulário de contato não for feito da forma adequada, além de o mesmo servir como playground para spammers? Você sabe como é a mecânica para que esses dados sejam guardados em seu servidor de forma que só você e o dono de cada um tenha acesso a eles? Você sabe como é feito para que a mesma pessoa não tenha dois cadastros? Falar que algo assim é simples é como dizer “mas isso é só um carro, vai gasolina dentro”.

Assim como uma Salsa demora para crescer até ser colhida (e está sujeita a pragas a todo momento), um serviço personalizado também precisa do seu tempo para ser feito com qualidade. Não existe mágica, existem anos de estudos e prática.

Tenha sempre em mente: Um profissional tem experiência na área dele, e só ele sabe dizer se um trabalho é complexo ou não. Aliás, sabe uma empresa que costuma fazer, visualmente falando, tudo o mais simples possível? Aquela da maçã que fez esse smartphone abaixo:

iphone branco 

O visual é extremamente simples, assim como mexer no aparelho. Mas por que é tão caro? Deixando de lado os impostos abusivos do nosso país, será que o fato de ele considerado por muitos o melhor smartphone do mundo responderia à essa pergunta? Não, ele não é caro por ser o melhor, ele é caro porque foi feito pra ser o melhor.

Confira: Quanto custa um site?

Não existe site barato?
Sinceramente, não sei. Quando eu faço um orçamento, não tento fazer um preço barato ou preço caro, e sim um preço justo.

Uma coisa que não existe é o chamado “preço camarada”. Assim como o contratante, o contratado também tem contas a pagar. Um preço não é camarada porque ao mesmo tempo que o contratante está economizando dinheiro, o contratado está deixando de ganhar o bastante para pagar não só suas contas, mas também o trabalho de sua equipe envolvida no projeto. Se não é camarada para ambas as partes, não é camarada.

Por isso o preço tem de ser JUSTO.

Por fim, eu sempre achei que quem quer um bom serviço olha o preço por último. E é como eu disse no início do post: se alguém quer algo “simples”, provavelmente esse alguém não precisa disso, talvez só esteja pedindo para “não ficar de fora” e ser… mais um.

Fuja dessa de “site simples”. Sua empresa não é simples, então busque pelo que há de melhor. 

O que é Briefing e qual é a sua importância?


Não sabe o que é um nem nunca viu um modelo de briefing? 

Eles são bastante comuns nas áreas de publicidade e design. Conheça o briefing!
Se há uma verdade absoluta nas áreas de web design e publicidade, é a seguinte: Todo trabalho a ser feito precisa de um detalhamento. Por mais óbvio que o mesmo pareça. Um briefing bem escrito é sempre obrigatório.

Aliás, essa é uma verdade absoluta em várias áreas. Que tal um exemplo?

Mas pra que detalhar algo que parece óbvio?

Digamos que você precisa de uma mesa para a sua sala, então você entra em contato com um marceneiro e pede por uma “mesa simples”, daí o marceneiro diz “Eu preciso ir até a sua casa para fazer algumas medidas, verificar qual será a melhor solução para o espaço que você tem e lhe apresentar alguns materiais que podem ser utilizados no acabamento dessa mesa.”, mas você diz que não precisa de nada disso, porque você quer apenas uma mesa simples. Uma tábua, quatro pés. Quatro cadeiras.

É só isso, uma mesa simples.

Bom, vejamos: O marceneiro tem em mente que o cliente quer uma mesa e quatro cadeiras. Tudo deve ser simples. Mas… qual é a definição de simples, afinal? E o que o cliente quer que seja simples? O visual? Ok, vamos deduzir que é o visual. E melhor: Vamos caçar, em lojas online, mesas e cadeiras de visual simples para termos uma ideia de valores (é claro, o preço de uma loja é diferente do preço de uma marcenaria, mas estamos só exemplificando).

Começamos com uma mesa:

 
Simples até demais, não é mesmo? Justamente o que o cliente pediu: uma tábua e quatro pés. Qual é o preço dessa belezinha aí? Simples: R$ 1.700,00.

Agora vamos às cadeiras:

 
Bom, não combina nada com a mesa, mas também é simples de doer. Simples, de baixo custo, que até dura um bocado. O preço dessa cadeira aí? Simplesmente R$ 1.100,00.

O orçamento total, então, seria de R$ 6.100,00 por uma mesa simples e quatro cadeiras simples. O cliente pode reclamar do preço? Claro que pode, só não seria justo. Afinal de contas, em algum momento o marceneiro fugiu do que lhe foi pedido? Não. Mas ok, o cliente tinha boas economias guardadas e estava precisando desses itens o quanto antes. Negócio fechado.

No dia da entrega, algumas surpresas: Primeiro que o cliente achou tudo muito feio, ele não imaginava que o marceneiro fosse levar o termo simples de forma absoluta. “Poxa, custava usar alguns detalhes arredondados ali, colocar um vidro em cima? E essas cadeiras, então? Cadê os estofados?”. Segundo que as cores utilizadas não combinavam em nada com o ambiente. Terceiro que a mesa nem coube no lugar.

Resumo: o cliente exige que o trabalho seja refeito, mas não quer pagar para que ele seja refeito. “Eu já paguei uma vez e não gostei, por que vocês não fazem da forma que eu goste e ponto?” – parece justo, não é? Hm, não. O cliente não deixou o profissional coletar detalhes que ele precisava para que o serviço fosse feito de forma que atendesse às necessidades dele, e quando o serviço “simples” foi entregue, o cliente pediu itens que fugiam totalmente do que ele havia pedido no começo (no telefonema ele não citou detalhes arredondados, vidro em cima, estofados e por aí vai). Ou seja, é um novo serviço, quase nada do que foi feito será reaproveitado. E o profissional precisa comprar novos materiais e pagar seus funcionários.

Quem é o grande vilão da história?

Calma, você não precisa ler o post até o fim pra descobrir, eu conto: Os dois. O cliente por querer que o profissional adivinhe o que lhe vai servir tendo apenas uma palavra como descrição (simples!) e o profissional por ter aceitado fazer o trabalho sem maiores detalhes sobre o mesmo. Mas agora chega de historinha e vamos falar de forma mais clara sobre esse tal de detalhamento, que leva uma palavra estrangeira: briefing.
O que é um briefing?

O briefing é, a grosso modo, o conjunto de informações necessárias para o desenvolvimento do trabalho. Ele normalmente é feito à partir de perguntas que o profissional faz para o cliente, além de estudos que o próprio profissional faz por conta própria – afinal, o cliente é quem sabe mais sobre sua empresa e o profissional é quem sabe mais sobre sua área, então a ideia é reunir esses dois conhecimentos em um debate para extrair não só o que o cliente quer, mas também quais são as melhores soluções segundo a experiência do profissional na área em que o serviço será prestado.

briefing 

Por que um briefing é importante?

Se você leu a história no início do post deve ter tido uma noção desse tópico – acredite, esse tipo de situação ilustrada é comum -, mas não custa falar mais sobre o assunto: antes de se começar um trabalho, é imprescindível que o profissional saiba do que o cliente precisa e que o cliente saiba quais são as melhores opções. Ou seja, um briefing não é só para que o profissional possa fazer seu trabalho, mas também é para que o cliente entenda o que pode ser feito, porque muitas vezes ele pode ter uma ideia equivocada – uma coisa é certa: Se você contrata um profissional para fazer um tipo de trabalho, provavelmente você não sabe fazer o mesmo. Cada um tem suas experiências, e é importante que elas sejam colocadas em prática na área e na hora certa.

Outra coisa é certa: Não existe trabalho simples porque não há uma definição exata sobre o que é simples. Existem coisas visualmente simples que, por dentro ou em sua fabricação, são extremamente complexas e agregam valor – assim como existe o oposto, coisas visualmente complexas que na verdade são simples de serem feitas.

Aliás, por mais que possa parecer contraditório, a expressão “menos é mais” (less is more) acaba fazendo mais sentido agora.

Vamos fazer um briefing?
 
Detalhamento é tudo. Não é como ir em um pronto-socorro e ser diagnosticado com uma Virose pelo médico que só te olhou – é fazer exames até descobrir o que está acontecendo e descobrir qual será o melhor tratamento. E assim como em médicos, você tem todo o direito de correr atrás de outros para ter uma “segunda opinião” – outros orçamentos, no caso. No fim, é o melhor para você que está em jogo.

E você, já fez seu check-up hoje?

Antes de criar um site ou blog

Hoje em dia criar um site ou blog pode levar alguns minutos. São tantas facilidades que basta algumas horas de pesquisa para deixar o seu blog no ar. Mas, quem quer levar o seu projeto a sério, deve dedicar um tempo ao planejamento. Quando dizem que planejamento é a chave do sucesso, é a mais pura verdade.

O que fazer antes de criar um blog ou site 

Antes de criar um site ou blog

O primeiro passo é decidir sobre o que você gostaria de escrever. Mesmo que esteja criando um projeto visando ganhar dinheiro, escolha um assunto que você domina e que não se tornaria um “martírio” na hora de escrever.

Uma vez que o assunto foi escolhido, é hora de escolher um domínio para o blog. Vá por mim, use um domínio personalizado desde o início. Assim, você evita dor de cabeça no futuro uma vez que terá que fazer redirecionamentos e coisas do tipo. Um domínio custa na média de R$30,00 por ano (o que dá uma miséria por mês) e pense que para todo projeto dar certo, é necessário o mínimo de investimento. 

Já temos domínio, assunto e agora falta a plataforma para iniciar a blogar. As mais utilizadas no Brasil são o Blogger, do Google que é totalmente gratuito, atende muito bem e te permite usar domínio próprio, o WordPress.com, que funciona de maneira parecida com o Blogger, mas para se usar domínio personalizado por exemplo, deve-se pagar uma taxa anual (mesmo que você já tenha pago o registro do domínio em outro lugar) e o WordPress.org, que necessita de um servidor próprio para ser instalado, mas te oferece muito mais liberdade para trabalhar com o blog.

Depois que toda esta parte “operacional for escolhida é hora de colocar a mão na massa e trabalhar muito, mas muito mesmo. Ter um blog é prazeroso, mas não é um trabalho fácil como muita gente pensa.

Blog criado, agora é hora de trabalhar!

Procure escrever um conteúdo de qualidade. Eu acredito que é muito melhor produzir um artigo muito bom por semana do que vários  artigos fracos durante um dia. Invista no seu conteúdo pois ele será o grande carro chefe para o sucesso do seu blog. Faça pesquisas, anotações. Vale frisar também que não tenha pressa em encher seu blog de conteúdo. Leve tudo ao seu tempo.

Já temos uma boa quantidade de conteúdo, vamos divulgar nosso trabalho?

Uma vez que seu blog já tem um conteúdo considerável, não deixe de investir em divulgação. Crie perfis em redes sociais como o Google+, Facebook e Twitter. Faça comentários pertinentes em blogs que tenham assunto relacionado com o seu e porque não, crie campanhas pagas no Adwords.

Não se esqueça, o retorno do seu trabalho pode demorar, mas se você se dedicar, tem tudo para dar certo. Nós estaremos torcendo daqui. :)